A Engrenagem da Inovação
e da Qualidade
Por trás do sucesso comercial da Mankind Pharma, existe uma infraestrutura de classe mundial e um compromisso inabalável com a pesquisa, desenvolvimento e qualidade, que são os verdadeiros motores da empresa. A Mankind construiu uma capacidade de manufatura impressionante, operando 30 instalações de produção espaladas pela Índia, com uma capacidade instalada total de mais de 43,5 bilhões de unidades, produzindo uma vasta gama de formas farmacêuticas, como comprimidos, cápsulas, xaropes, ampolas e até formulações complexas como inaladores . Unidades estratégicas, como as localizadas em Paonta Sahib (Himachal Pradesh) e Udaipur (Rajasthan), possuem certificações de órgãos regulatórios rigorosos, incluindo a USFDA (EUA), MHRA (Reino Unido) e ANVISA, atestando a qualidade internacional de seus processos .
O coração inovador da empresa, no entanto, pulsa em seus centros de P&D de última geração. Com sete centros de pesquisa e desenvolvimento e um exército de mais de 730 cientistas, a Mankind aloca anualmente entre 2,5% a 3% de sua receita total em iniciativas de P&D, buscando solucionar desafios complexos na área da saúde . Sua divisão de biotecnologia é um exemplo claro desta visão de futuro, com capacidades que incluem engenharia genética, isolamento de proteínas e cultura de células, focada no desenvolvimento de biossimilares de alta qualidade para áreas como oncologia e doenças inflamatórias crônicas, tornando terapias avançadas e caras mais acessíveis . Um marco histórico da capacidade inovadora da empresa foi alcançado em 2019, quando a Mankind se tornou a primeira empresa indiana e a segunda no mundo a desenvolver e lançar a Didrogesterona, um hormônio crucial para o tratamento de gestações de alto risco e infertilidade, sob a marca Dydroboon, demonstrando sua competência em síntese química complexa e em atender necessidades médicas não supridas . Além disso, a empresa explora fronteiras ainda mais avançadas com pesquisas em Novas Entidades Químicas (NCEs) para doenças autoimunes e esteato-hepatite não alcoólica (NASH), que se encontram em estágios pré-clínicos, evidenciando uma estratégia de longo prazo para além dos genéricos complexos.
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